estudo de opinião do varzim

January 13th, 2009 by povoaoffline

O Varzim está preocupado com a falta de espectadores no Estádio. Isto ao fim de 20 anos de progressiva diminuição.3) Tem outro clube do qual é adepto e/ou sócio? (resposta: sim ou não)

R.: Sim.

4) É espectador assíduo (mais de 12 jogos por época) dos jogos do Varzim em casa? (resposta: sim ou não)

R.: Não.

5) Se é espectador assíduo, o que mais o motiva antes, durante e depois do jogo? (resposta: a sua opinião)

R.: Antes uns rojões no Costa, durante um fininho com uns tremoços e depois uma patanisca de bacalhau no Chapeuzinho.

6) Se é espectador assíduo, o que lhe provoca mais frustração antes, durante e depois do jogo? (resposta: a sua opinião)

R.: Antes fico frustrado porque não há mulheres bonitas a ver os jogos, durante porque o Varzim não joga nada e depois porque perde.

7) Se é espectador assíduo, que aspectos podem contribuir para que deixe de vir ao Estádio? (resposta: a sua opinião)

R.: Falta de mulheres bonitas.

8) Se não é espectador assíduo, o que o impede de vir ao Estádio? (resposta: a sua opinião)

R.: A relação qualidade/preço do espectáculo que é muito baixa.

9) Se respondeu a hora do jogo, qual será para si a hora e dia ideal?

R.: 15 horas no Inverno, 17 horas na Primavera.

10) O dia/horário do jogo do seu “outro clube” condiciona a sua vinda ou não ao Estádio?

R.: Não. Tu és tolo.

Se não é espectador assíduo, que factores podem contribuir para se tornar um espectador assíduo? (resposta: a sua opinião)

R.: Que corram com o Lopinhos.

Está de acordo com a realização dos jogos da Liga Sagres e da Liga Vitalis em dias diferentes? Por exemplo a Liga Vitalis disputada ao Sábado e a Liga Sagres ao Domingo.

R.: É igual ao litro.

Fim do Questionário

Mais uma vez agradecemos a sua importante colaboração. Algum assunto e/ou esclarecimento não hesite em contactar-nos através deste e-mail.

Atentamente

António de Pádua FerreiraVarzim Sport ClubMarketing e Comunicação

Com a finalidade de obter respostas para essa insuperável questão, enviaram um e-mail aos sócios com algumas questões. Honestamente, penso que é este o estudo de opinião que Macedo Vieira encomendou para saber se os poveiros o querem na Câmara ou não.

Aqui vão as minhas respostas:

Estudo de Espectadores no Estádio

O Varzim Sport Club está a realizar um estudo que tem como base de recolha de dados e informações a aplicação de um inquérito. De modo a agilizar a sua aplicação sem colocar em causa a recolha de dados, decidimos aplicar o inquérito por e-mail o que nos permitiu através das nossas bases de dados retirar a amostra de 1.051 indivíduos, entre sócios e adeptos do clube. Por que entendemos que para este estudo é importante perceber todos os parâmetros de sensibilização, decidimos aplicar um questionário de respostas abertas, ou seja, para cada questão a sua verdadeira opinião será uma importante fonte de dados e informação.
Para colaborar neste estudo, basta clicar em “Responder” e no próprio texto (à frente da letra “R” em cada alínea) digite as suas respostas. Em seguida clique “Enviar”.

QUESTIONÁRIO

1) Que idade tem?
R.: Nasci algures num tempo perdido no tempo.

2) É sócio do Varzim SC? (resposta: sim ou não)

R.: Sou sócio mas estou com vontade de rasgar o cartão.

a doação é crime

January 12th, 2009 by povoaoffline

Está prevista a nova Unidade de Saúde Familiar da Póvoa de Varzim que deve abrir nos primeiros três meses deste ano, no espaço do Centro de Saúde.

Aqui está uma decisão de aplaudir.

Não se compreende é como a Câmara Municipal doou um terreno que é do erário público a uma instituição privada como é a Santa Casa da Misericórdia, cuja actividade se tem pautado por fortes indícios de prática de crimes de burla, no sentido em que são solicitados donativos de valor elevado para os mesmos acederem ao Lar.

Leia:

Póvoa de Varzim, 11.12.2007 - A Câmara Municipal formalizou esta manhã a doação de um terreno à Santa Casa da Misericórdia da Póvoa de Varzim para a construção de um edifício ligado à área da saúde.

Silva Pereira, o tal que ameaçou fechar a Unidade de Apoio aos Doentes de Paramiloidose e toda a gente se calou. Cobardemente.

que frio meu deus

January 9th, 2009 by povoaoffline

Não nutro qualquer admiração pela Ministra da Saúde Ana Jorge. Como a Saúde, a par da Educação e da Justiça foi um dos maiores falhanços da época após o 25 de Abril, provavelmente qualquer rosto destes Ministério está condenado a ser detestado a priori.

Sinceramente, se fosse Primeiro-Ministro para estes cargos escolhia mulheres lindas, com aquela beleza indiscutível. Apenas para não serem vaiadas, ridicularizadas ou insultadas publicamente. Sempre tive a ideia de que as mulheres bonitas suscitam receio e admiração, em simultâneo.

Esta Ana Jorge, quando assumiu o cargo já se encontrava sob suspeição devido a alegados pagamentos indevidos à sociedade gestora do primeiro hospital público com gestão privada, o Amadora-Sintra, no âmbito do contrato celebrado entre a José de Mello/Saúde e o Estado.

Sobre esta vaga de frio que assola Portugal e o consequente, mas não lógico surto de gripe, Ana Jorge declarou:

A ministra da Saúde apelou hoje para que não se recorra às urgências aos primeiros sintomas de gripe e para que as pessoas se protejam das baixas temperaturas, frisando que o vírus da gripe gosta do frio.
“Estamos agora num período de temperaturas ainda mais baixas [do que no Natal]. O vírus da gripe gosta muito do frio”, declarou Ana Jorge no do Conselho de Ministros.

Tão gira que ela é!

macedo vieira recua

January 8th, 2009 by povoaoffline

Aparentemente, mas só aparentemente, Macedo Vieira parece ter recuado na sua intenção de utilizar o Restaurador Olex como arma eleitoral.
Antes

Depois

Agora

January 7th, 2009 by povoaoffline

Todos os poveiros já perceberam as razões pelas quais Macedo Vieira está indeciso para uma possível candidatura em 2009.

Passou todos estes 16 anos com a palavra “obra” na boca, pelo que sabendo que as que estão em curso, Parque da Cidade e ETAR, não estarão prontas antes de 2013, Macedo Vieira sente que lhe vai faltar conteúdo nos próximos São Pedros, acontecimento tão do agrado para novas inaugurações.

Pois eu tenho um forte e sério motivo para Macedo Vieira se decidir pela positiva, algo que muitos poveiros desejam mas não manifestam:

O Comunicado do Conselho de Ministros de 30 de Dezembro.

Nesse documento que pode consultar aqui, está prevista “a possibilidade de ser escolhido o procedimento de ajuste directo, no âmbito de empreitadas de obras públicas, para contratos com valor até 5 150 000 euros e, no âmbito da aquisição ou locação de bens móveis ou da aquisição de serviços, para contratos com valor até 206 000 euros”.

Se Macedo Vieira e Aires Pereira já nadavam em águas calmas num regime normal, fácil se torna imaginar a felicidade que lhes vai na alma.

Oh Zé tenho aqui uma obra, amigo.

Quanto dás? Quanto dás?

Dou mais que o outro.

Também queres pra ti Buenos?

Eu já estou governado noutro lado.

qual a diferença entre 100 e 200?

January 6th, 2009 by povoaoffline

Confesso que no passado dia 1 de Janeiro desloquei-me, da forma matreira que me caracteriza, ao local onde, segundo a organização, seriam lançadas as flores no mar, num gesto simbólico de esperar que a mensagem de paz percorresse esses oceanos e chegasse às zonas mais longínquas do planeta.

Logo que avistei o Cais da Paz as lágrimas invadiram-me o rosto, num misto de tristeza por ver apenas cerca de duas dezenas de pessoas, e de alegria por saber que esta iniciativa não passa de mera hipocrisia e que São Pedro soube castigar devidamente estes tipos vendedores de banha da cobra.

Mas o que mais me surpreendeu foi ler que estiveram cerca de duas centenas de pessoas, segundo a Rádio Mar, e uma centena segundo o Póvoa Semanário e a Rádio Onda Viva. Tudo isto nas publicações online, pelo que se aguarda as notícias em papel.

Seja qual for a verdade, que não é nenhuma delas, quais as razões que levam um jornalista a escrever que estiveram 200 pessoas e outro que estiveram 100?

Será que eu tenho legitimidade para escrever que estiveram 0, ou apenas duas dezenas, para ser meiguinho?

Afinal de contas a diferença de 100 para 200 é a mesmo que para 0.

lauro antónio apresenta

January 5th, 2009 by povoaoffline

Eu disse para a minha mulher: Dá uma limpeza geral à casa com Sonasol.

Fiquei em pânico com as notícias vindas a público sobre uma epidemia de gripe. Nunca precisei de ir ao Hospital por motivo de gripe, e ainda bem porque entrar naquele da Póvoa é dar de caras com a doença, a morte e o oportunismo.

Apesar deste Hospital (nem sei quem se lembrou de chamar Hospital àquele casebre feio, degradado e sem condições mínimas de atendimento ao público) ser o local óbvio para atender urgências, é de louvar o facto de não ter a televisão ligada, como tem por exemplo o Super OK, perdão, a Clipóvoa. A Clipóvoa deve ter servido de modelo a muitas outras clínicas que nasceram como cogumelos por essa cidade, tudo por efeito dos “seguros saúde”, essa nova modalidade de chupar dinheiro aos contribuintes. Todas elas têm uma televisão ligada na sala de espera.

O leitor consegue imaginar: o tipo doente, em sofrimento, com dores, a espirrar, a coçar a barriga cheia de micoses, a tossir e a sair os amarelados carapaus pela garganta, e de fundo a voz esganiçada da Júlia Pinheiro, ou o toque levezinho do Goucha, ou o criminalista a comentar o último grande enigma policial.

Quem entrar no consultório médico vivo é porque já tinha saúde, porque a vontade que dá quando se vê esses programas, é de morrer.

Sempre tive pouca paciência para ver televisão. Com excepção para um bom filme, um bom programa de informação ou o canal 26, pouca coisa desperta o meu interesse.

A propósito de cinema veio-me à memória certa filmografia portuguesa, e certos realizadores, cuja actividade se quedou pelo suficiente, quer porque a produção foi diminuta, quer porque as obras se quedaram pela mediocridade.

Mas esses tipos arvoram-se em intelectuais, em arautos da ética, em bandeiras da revolução de Abril de 1974.

Um desses é Lauro António. Lauro António era autor de um programa de televisão com o nome “Lauro António apresenta”. E ele deve ter ficado com a ideia de que os portugueses viram nesse reles programa uma das melhores coisas que alguma vez passaram pela televisão. Tanto é assim que ele até tem um blog com o mesmo título.

Da sua biografia diz-se o seguinte:

“omo sucedeu com outros cineastas da sua geração, particularmente activos após a Revolução de 25 de Abril de 1974, uma forte componente do seu trabalho destinou-se à televisão…Nos inícios da década de 1990 esteve associado com a rede de televisão portuguesa TVI para a qual foi programador de cinema e na qual teve um horário especial em que apresentava filmes da sua escolha, chamado Lauro António apresenta.”

Fonte Wikipedia.

Esse “Lauro António apresenta” era um programa que eu não recomendaria ao meu pior inimigo, ainda por cima doente na sala de espera de uma clínica recomendada pela companhia de seguros.

Não tenhamos ilusões: tipos que escrevem blogues e “dão a cara”, como por aí se diz, abordam assuntos sem qualquer interesse que não seja a promoção pessoal, não dão nome aos bois, não têm coragem para falar directamente e criticar quem merece ser criticado. Sabem porquê? Porque têm medo, porque são cobardes, porque estão metidos nos esquemas ou têm amigos que estão.

Todos sabemos: os blogues cujo autor esteja identificado e ouse criticar de forma contundente alguma situação irregular acaba na barra dos Tribunais.

Falo, por exemplo, do “Do Portugal Profundo” que abordava, em primeira linha, o escândalo de pedofilia da Casa Pia.

Tudo o resto é treta.

Vejam lá. Lauro António até escreveu sobre o povoaonline. Leiam:

“Póvoa online” é um blog preenchido, quase na totalidade, por artigos que, no entender do Tribunal, atentam contra o direito à honra e credibilidade do presidente e vice-presidente da Câmara da Póvoa de Varzim. Macedo Vieira e Aires Pereira são as vítimas preferidas deste blog: “corruptos”, “parolos”, “fascistas” são apenas alguns nomes que lhes são atribuídos.

Finalmente começa a haver alguma coragem oficial, jurídica sobretudo, para se combater a cobardia do anonimato. A blogosfera não pode ser um covil de covardes a destilar ódio e injúrias de qualquer tipo. Quem se acha no dever de intervir socialmente, na imprensa ou num blogue, terá de o fazer de cara descoberta e identificado de forma verídica. Quem se acoberta no anonimato não merece nenhuma espécie de simpatia. Tudo se deve fazer para estripar este cancro.

A liberdade não tem nada a ver com esta prática rasteira de ajuste de contas entre meliantes sem nome. A liberdade impõe direitos e deveres. Impõe responsabilidade, o que estes irresponsáveis não sabem o que seja. Se não sabem a bem, terão que aprender à força. Mas a medida aplicada neste caso é só simbólica, como se percebe facilmente. De resto é anedótica. Não se consegue identificar o autor anónimo de um blogue? Por favor!”

É o Lauro António apresenta aqui.

ferraz faz o que quer com a paz

January 2nd, 2009 by povoaoffline

O S. Pedro marcou a sua presença na festa da Paz e na deposição de flores no mar.

Alguns, mais cépticos, pensaram tratar-se de um milagre, não fosse a pronta intervenção desse apologista da paz em tempo de guerra, de seu nome Ferraz.

S. Pedro fez-se representar, simbolicamente, nesta cerimónia simbólica e carregada de simbolismo através da nossa bem conhecida chuva.

Ferraz considerou que a presença de duas dezenas de pessoas constituiu um verdadeiro teste à boa vontade da população e à presença do próprio S. Pedro em tão importante evento.

Diamantino, vereador da Cultura, banhado em lágrimas misturadas com gotas de chuva, falou às pessoas debaixo de chuva e reforçou o “simbolismo deste gesto de lançar a flor ao mar que é, acima de tudo, uma forma de educar os mais novos para a cultura da paz”, cultura essa que está em franco desenvolvimento na cidade, após o rastro de vandalismo que percorreu a cidade na noite de fim de ano.

Na altura em que limpava o nariz com o cachecol branco, Diamantino disse que nós, eu você e ele, somos apenas uma gota de água no Oceano, não esclarecendo, porém, a qual oceano se referia.

Recorde-se que neste evento da paz esteve presente Artur Grande, um primo do João Grande que cedo emigrou para a India e que agora, de forma tonta, se considera o legítimo sucessor do Mahatma Grande.

Fosda-se!

saudades do futuro

December 31st, 2008 by povoaoffline
A propósito deste post um leitor resolveu trocar argumentos comigo sobre uma possível recuperação da cidade.

O cirurgião de nome D. Sebastião não o conseguiu em 16 anos de poder. Bem pelo contrário, ainda agravou o estado caótico em que a Póvoa de Varzim estava mergulhada, após a desastrosa era Manuel Vaz.

Aqui ficam os comentários antecedidos de uma pequena (grande() perspectiva de como era a cidade nos seus tempos áureos, eu que ainda nem sequer era nascido.

Bom 2009 para todos, mais felizes sem o Macedo Vieira e todos aqueles que têm vivido à custa da destruição da nossa cidade.

Não. Não é pintura

11 Comentários
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Anónimo disse…
Tem-se falado aqui (incluindo os blogs fechados) tao mal da Póvoa e dos políticos: da avenida que cortaram as árvores, das salmonelas, do etar, o parque de estacinamento, etc.Têm-se feito tantas perguntas para depois serem pretexto para dizer mal: se o Dr. Macedo Vieira deve continuar a sua candidatura, se o blog deve continuar…Estamos no Natal! Que tal agora uma coisa mais construtiva? E que tal um post a perguntar ao povo da Póvoa o que querem para a sua cidade?Lanco aqui algumas sugestoes:- Árvores para a Avenida dos Banhos junto ao mar- Um grande parque na cidade ou lá próximo onde as pessoas pudessem ir passear- Um museu do pescador em homenagem às gentes das Caxinas- … (se eu me lembrar mais eu direi)
Quinta-feira, Dezembro 18, 2008
Sérgio Postiga disse…
Claro que o Dr. Macedo Vieira tem que se recandidatar.Então prometeram-me um empregozinho para eu tratar da minha associação e estar na Câmara e assim não ter que andar sempre para lá a correr e agora ele não se candidatava?Nem pensar,saudações nortenhas
Quinta-feira, Dezembro 18, 2008

povoaonline disse…
Árvores para a Avenida dos Banhos. Concordo. E depois quem as mantem?Parque da Cidade dispenso. Já tenho a marginal que não troco por nada. Os que quiserem ir para o Parque da Cidade passear, têm o meu total apoio. Quantos menos a conspurcar a marginal melhor.Museu do pescador. Está poreiro. Mas os pescadores querem pescar e não museus.Basta olhar para a vereação e ver a quantidade museus inúteis.Eh eh eh!
Sexta-feira, Dezembro 19, 2008
Anónimo disse…
Da minha parte devo dizer que já me sinto satisfeito pelo facto de alguém ter comentado sobre o meu comentário. É um ponto positivo, alguém lê o que eu escrevo e critica. Pode ser o início de uma discussao positiva.Abro aqui um parêntesis apenas para responder a esse comentário com o seguinte:- As pessoas que deveriam manter as árvores da Avenida dos Banhos acho que deveriam ser as mesmas que tomaram contam das árvores da Av. Mouzinho de Albuquerque. Eu assumo que nesta altura essas pessoas devem estar às moscas. E se as árvores da Avenida dos Banhos forem bem escolhidos, as intervencoes sao mínimas. Nao faltam por aí exemplos disso!- Um parque da cidade nao iria trocar a Avenida do Banhos. Era apenas um complemento e até uma compensacao para o abate das árvores na Av. Mouzinho de Albuquerque,- Já agora, eu nunca entendi, qual foi verdadeiramente o problema de se abater as árvores na Av. Mouzinho de Albuquerque? Destruiram um local de lazer? Nao me parece, pois as árvores nem abrigavam com sombra os passeio por onde as pessoas passavam. Elas ficavam no centro da avenida. Destruiram um local de natureza? Fiz duas propostas identicas, o parque e as árvores na Avenida dos Banhos, mas ninguem se entusiasmou! Destruiram uma beleza local ou um local histórico? Bom, eu achava muito mais interessante um museu ao pescador, mas o entusisamo foi muito pouco. Quando a Avenida tinha as árvores, eu passei lá algumas vezes e ninguem ligava aquilo. Quantos de voces foram para lá passear e quantas vezes para lá foram de propósito só porque tinha lá as árvores? Para mim, a última explicacao só pode ser política… ou nao é assim?- OK, os pescadores necessitam de algo? Venha daí! Eu tenho ouvido dizer (atencao: eu nao tenho factos que comprovem isso, sao apenas “bocas”. E sem factos, nao tenho nada contra ninguem. Além disso, o que vou dizer nao é uma crítica para ninguem) que os presidentes de câmara da Póvoa e de Vila do Conde têm ganho porque dao tudo o que os pescadores pedem. E pelos vistos eles lá sabem pedir… e os presidentes lá sabem ganhar!- Quando eu propus o museu, nem estava a pensar nos pescadores, mas sim nos turistas, que no Verao sao muitos e gostam certamente de conhecer um pouco mais sobre a regiao e nao só a andar a apanhar sol! E a gente sabe o quanto sobe a economia durante o Verao na Póvoa. Se calhar mais que o peixe vendido no mercado em um ano inteiro! Basta olhar para os precos dos arrendamentos dos quartos e dos apartamentos!!!Mas retomando o que eu queria dizer, permitam-me que eu deixe aqui uma pequena história, à laia de conto de Natal. Há muitos anos um velho levou um neto a uma feira para vender um burro. Passou por várias aldeias onde todos criticavam a forma como o avô e o neto aproveitavam o burro na viagem: se nao montavam o burro é porque eles eram burros, se um montava, coitadinho do outro, se os dois montavam, coitadinho do burro,… até que avô e neto decidiram carregar eles próprios o burro…Todos se mostram aqui descontentes com a Póvoa e por isso eu pensei que o meu comentário traria ainda mais propostas entusiásticas, discussoes viscerais, etc. Desiludi-me! Até agora ninguem se chegou à frente para dizer “Nao, eu quero isto para a Póvoa:…” nem me parecem entusiasmados. E o Dr. Macedo Vieira, coitado, toca de colocar processos em tribunal, porque nao encontra melhor!Meus amigos, a Póvoa é vossa! Vocês é que sabem o querem para ela! Se querem simplesmente continuar a dizer mal… a denegrir a imagem da cidade e de certo modo a destrui-la (e acreditem, nao é só a imagem dos políticos) e continuarem nas vulgares e fáceis discussao de “bota abaixo” ou… se querem participar com entusiásticas discussoes sobre o que desejam relativamente à Póvoa e contruir alguma coisa de útil para vosso interesse e para a posteridade.E já agora, um presente de Natal, que nao sendo sobre a Póvoa, vem mesmo a calhar aqui, principalmente na citacao da parte final “O que faz você pelo seu país [neste caso seria pela Póvoa] que justifique o seu descontentamento?”: http://aeiou.expresso.pt/gen.pl\?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/481813Um Feliz Natal e votos de uma Póvoa melhor para o próximo ano de 2009
Quarta-feira, Dezembro 24, 2008

povoaonline disse…
Quem de repente ler o seu comentário até vai achar que as árvores constituem um ponto turístico de visita de uma cidade.Então ninguém ligava às árvores da avenida?Essa é boa. Só faltava essa mesmo.Com três jornais a elogiar a cidade e o trabalho do Macedo Vieira, como é que um blog vai denegrir a sua imagem, da cidade?Já se esqueceu como era a Póvoa?Eu um dia vou-lhe mostrar em fotos o grau de destruição que estes políticos de meia tigela c
oncretizaram.
Quarta-feira, Dezembro 24, 2008
Anónimo disse…
Em primeiro lugar eu quero esclarecer que salvo uma boa justificacao, sou contra o abate de qualquer árvores e quando isso é necessário fazer deve-se procurar sempre compensar.Agora nao me tentem enrolar.Exercício da 4 classe: “As árvores da Av. Mouzinho de Albuquerque fazem falta porque…” agora preencha p.f.Nao me venha com histórias de “Essa é boa…” ou com tristes fotografias de um qualquer estaleiro de obras ou com imagens da actual Av. Mouzinho de Albuquerque que já vi várias vezes. Nao é isso que está aqui em questao. Eu no meu comentário anterior tentei fazer um exercício para entender porque é que vocês estao a discutir o abate das árvores da Av. Mouzinho de Albuquerque. Se nao souberem completar aquela frase é porque vocês nao sabem porque é que estao a discutir o abate das árvores. Estao a discutir o sexo dos Anjos com Roma a horas de cair nas maos dos Bárbaros.E já agora nao nos perquemos nas árvores da Av. Mouzinho de Albuquerque: “Eu gostaria que a minha cidade da Póvoa de Varzim fosse da seguinte forma…”
Sexta-feira, Dezembro 26, 2008

povoaonline disse…
“As árvores da Av. Mouzinho de Albuquerque fazem falta porque…”As árvores não fazem falta. Nada faz falta. Tudo deve ser enquadrado numa harmonia e isso é que não existe na cidade. É tudo em cima de joelho. Não fazem falta as árvores, não fazem falta os jardins, não fazem falta os bancos junto à praia, não fazem falta os apoios de praia, como Diana Bar, Guarda Sol e Hit, não fazem falta parques subterrâneos, nem à superfície.Pela sua perspectiva é assim. O problema é que nada é estudado, e a evolução da cidade tem sido desastrosa. E é aqui que eu pretendo chegar com as fotografias, que não são as que o senhor está a pensar.Ninguém falou neste post sobre o abate das árvores da avenida. Quem falou foi o senhor.E completando a sua última frase, sabe que não estamos no mundo do “gostaria que…”. Isso são pedidos ao Pai Natal.Aqui é: como foi possível destruir uma cidade que ra bonita?Nós tivemos tudo nas mãos para fazer da Póvoa uma linda cidade. Mas não quisemos. Agora vem-me com a história de “como gostaria que fosse…?” Como eu gostaria que fosse já foi. Eh eh eh!
Sexta-feira, Dezembro 26, 2008
Anónimo disse…
OK, eu concordo que em alguns pontos da cidade, avaliando pelas fotografias que já publicou, existe uma certa falta de harmonia. Prédios altos ao lado de casas de 2 andares, é um pouco estranho.Agora parece-me que quer voltar à póvoa dos anos 70. Meu caro amigo, isso nao é mais possivel! Porquê? Porque existem carros, porque a classe média aumentou o seu poder de compra e por exemplo gosta de ir à praia, porque a populacao aumentou, etc, etc.Mas a boa notícia no meio disto tudo é que é sempre possivel voltar a fazer a cidade como uma cidade bonita. O “gostaria que…” nao dá tudo, mas é o princípio de algo que pode ser construido ou reconstruido sem esquecer a realidade actual.É assim como o automovel VW carocha, lembra-se? A VW certamente nao vai reconstrui-lo, mas criou uma versao com o mesmo estilo adaptada às tecnologias modernas.Quer pensar nisto e quer ao menos tentar para ver o que dá e o que se aprende daí?
Sábado, Dezembro 27, 2008

povoaonline disse…
Mas explique-me lá algo que o Macedo Vieira gosta tanto de citar nas suas entrevistas:Por que razão imensas cidades espanholas, italianas, francesas, alemãs, etc, têm um valiosíssimo centro histórico?Será porque destruíram os velhos carochas e apresentaram outros renovados? Ou será porque os velhos carochas foram mantidos na traça original e recuperados com todo o cuidado tornando-os património nacional?O que acha que aconteceu na Póvoa?
Domingo, Dezembro 28, 2008
Anónimo disse…
Conhece esta imagem?http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/1/18/The_Goodness_overlooking_Dresden.jpgRepare bem no fundo dela.Nao, ainda está muito longe de ser a Póvoa no final do último mandato do Dr. Macedo Vieira!Esta foto é de 1945 da cidade alema de Dresden, na parte leste, após o bombardiamento dos ingleses, quando a guerra estava praticamente no fim e ganha.A história está toda aqui:http://en.wikipedia.org/wiki/Bombing_of_Dresden_in_World_War_IISe pensa que esta cidade comecou logo a ser reconstruida, desengane-se. O comunistas Russos enquanto tomaram conta da cidade praticamente nao a reconstruiram. A cidade até à queda do muro de Berlim era, segundo ouvi dos próprios alemaes, um campo de ovelhas a pastar. A reconstrucao foi feita a partir de 1989 com a queda do Muro de Berlim e da Cortina de Ferro. Eu vi a cidade como um verdadeiro estaleiro de obras a ser reconstruida em 1997. Foi há 10 anos. A Frauenkirche, um dos maiores símbolos da cidade, foi reconstruida agora recentemente para os 800 anos da cidade após um referendo.Hoje é uma cidade com transportes públicos 24 horas e de 10 em 10 minutos durante o dia, preparados para deficientes, passeios em toda a cidade, pistas para bicicletas, uma das melhores óperas do mundo, um parque no centro da cidade enorme onde se pode andar de patins, uma pista só para bicicletas e pioes na beira do rio Elba até à fronteira da República Checa a 60 km (onde os alemaes gosta de ir beber as suas cervejas, que sao mais baratas), uma actividade cultural intensa com cinema junto ao rio ao ar livre no verao, com festival de música internacional em Agosto (Lisboa foi tema há uns anos atrás com os Madre Deus, etc, etc), com um dos maiores mercados de Natal ao lado de Noremberg, etc, etc, etc. Leia e depois visite-a quando tiver oportunidade:http://en.wikipedia.org/wiki/Dresden#Second_World_WarAgora diga-me, das cinzas de uma cidade, pior que a cidade da Póvoa, nao é possivel reconstruir uma nova cidade, com o conforto da modernidade e mantendo a traca antiga? Quantos exemplos como este necessita? Dou-lhe tantos exemplos como as cidades da Alemanha: Berlim, Noremeberg, Munique, etc, etc.Vá lá homem, você consegue melhor do que isso. Consegue apontar os defeitos da Póvoa, mas consegue também propor melhorias, ou nao consegue? De que é que tem medo?!Que Dresden lhe sirva de coragem!!!
Domingo, Dezembro 28, 2008

povoaonline disse…
Está a querer dizer que a Póvoa foi destruída tal como Dresden? Eh eh eh! Está a dar-me razão.Na descrição que fez de Dresden após a reconstrução, quer dizer que a Póvoa ainda pode vir a ter a mesma vida que a cidade alemã?Depois eu é que sou sonhador!!!!Vou-lhe dar um exemplo que futuramente ilustrarei com fotos:Ao lado do Palácio Hotel, no prédio da esquina da rua dos Cafés, tem uma placa do género “AQUI VIVEU FULANO… …”Como a casa em que FULANO viveu foi destruída e em vez dela construíram aquele mamarracho, não acha que é um insulto ao visado, directamente, e a todos os poveiros, indirectamente, a manutenção da placa?Fale homem. Fale da sua cidade. Não fale das outras. Não faça como a Maria do Mar que para dizer mal da Póvoa foi elogiar Vila do Conde. Eh eh eh!

poveiros não querem macedo vieira!

December 30th, 2008 by povoaoffline

A curta sondagem do povoaonline revelou, mais uma vez, que os poveiros informados não querem Macedo Vieira à frente dos destinos da autarquia poveira.

Se por serem os mais informados a votar e, por via disso, não suscitar qualquer preocupação a Macedo Vieira a presente sondagem, porque é com os votos do povo ignorante que é eleito, deve fazê-lo pensar, por outro lado, que é na base da péssima educação do nosso país que indivíduos como ele se mantêm tantos anos no poder autárquico.

A ignorância sustenta as ditaduras, sustenta os medíocres, os corruptos.

Uma sociedade informada, com uma população interessada na resolução dos seus problemas não dá segunda oportunidade a quem nada fez por ela.

É com elevado grau de certeza que 2009 vai revelar-se um ano difícil para Macedo Vieira.

Posto isto passamos já para a sondagem para eleger o facto político do ano 2008:

Qual considera o facto político do ano 2008?

1- O caso povoaonline/povoaoffline;

2- A renúncia ao mandato como autarca do Arquitecto Silva Garcia;

3- A absolvição de Ilídio Pereira e Silva Garcia das queixas-crime de Macedo Vieira e Aires Pereira;

4- O tabu de Macedo Vieira quanto à sua recandidatura;

5- A inauguração da Avenida Mouzinho de Albuquerque;

6- A notícia de que “Vem Aí o Garrett”.

Nesta sondagem pode votar simultaneamente em mais do que uma alternativa.